Alex Albon terá um novo engenheiro, depois de uma mudança interna na Red Bull.
Simon Rennie, que foi engenheiro de Daniel Ricciardo no seu tempo na Red Bull, irá voltar a assumir essas funções, agora com Alex Albon. Rennie deixou o lugar para ser chefe de engenharia de simulação, ficando Mike Lugg com a tarefa de ajudar inicialmente Pierre Gasly e depois Alex Albon. Os dois engenheiros irão agora trocar de papeis, com Rennie a voltar às pistas.
Esta pode ser também uma tentativa de optimizar o ambiente em redor de Albon, de forma a ele poder ter o melhor rendimento possível. A época do jovem tailandês tem sido difícil com a possibilidade de bons resultados a serem negados pelo azar, juntando a isso a dificuldade em encontrar um bom compromisso no seu carro ao nível da afinação.
Ricciardo, que se tornou num piloto vencedor com o seu engenheiro, admitiu em 2018 que a mudança de Rennie desempenhou um papel na sua decisão de se juntar à Renault.
“Eu certamente estava confortável com ele. Se eu soubesse que ele ficava, não sei se esse seria o fator decisivo, mas foi outra coisa que levou à decisão de mudar.”













Não seria preferível trocaram os mecânicos e engenheiros com o Max, para o Albon ficar assim mais confortável?
O Verstappen está a atingir a maturidade enquanto piloto, cada vez mais consistente, o que é uma dor de cabeça para quem chega à equipa e rapidamente tem que construir resultados à mesma altura. O Gasly, que eu não considero em nada inferior ao Albon, passou por esta situação. O melhor é deixá-los evoluir ao longo de uma temporada. Um piloto como o Verstappen é raro e se vão continuar a queimar bons talentos, queimam também boas carreiras.
O problema nem é tanto o Max, mas sim a pressão interna que a RB exerce!
O carro também é feito para Verstappen e sendo um monolugar difícil de pilotar, Albon tem uma dupla desvantagem, tendo que se adaptar ao que lhe dão.