A parceria entre Alfa Romeo e Sauber termina nesta época, preparando-se a estrutura suíça para que em 2026 se dê oficialmente a entrada da Audi na equipa de Fórmula 1.
A Alfa Romeo ocupa atualmente a sétima posição, estando a apenas 7 pontos do último lugar, ocupado pela AlphaTauri. Em entrevista à publicação espanhola Mundo Deportivo, o representante da equipa suíça, Alessandro Alunni Bravi, explicou, um pouco à semelhança do que acontece com a Williams e que foi relatado por James Vowles no GP do Canadá, na necessidade de modernizar as infraestruturas em Hinwil para a equipa se poder bater com outras do meio do pelotão. Bravi não identificou dificuldades financeiras para não o fazerem, mas sim os constrangimentos do limite orçamental, visto que as ferramentas “têm a ver com o desempenho do carro, que é limitado” pelo regulamento financeiro da Fórmula 1. O responsável gostaria de ver uma abertura da FIA para que a sua equipa pudesse desenvolver a fábrica para encurtar a diferença para McLaren, Alpine e Aston Martin, por exemplo.
Abordando o tema da entrada da Audi no capital da Sauber e os planos para 2026, explicou que a estrutura suíça está neste momento a Alessandro Alunni Bravitrabalhar a pensar “no presente e no futuro”, não colocando todas as fichas no que pode acontecer a partir do momento da oficialização da parceria com os alemães. Assegurou que “o futuro é construído agora. É importante estar focado no trabalho deste ano e do próximo. Não podemos pensar em ser competitivos em 2026 se não formos capazes de fazer um ótimo trabalho e melhorar como equipa durante estes anos. Na Sauber, trabalhamos constantemente para melhorar”.
A Audi também está a todo vapor a trabalhar no desenvolvimento da nova unidade motriz, segundo as regras que entrarão em vigor em 2026, mas Alessandro Alunni Bravi garante que “não há interferência” dos alemães neste momento, com ambas as partes “a trabalhar no seu foco principal, nós no carro e eles no motor”.
Foto: XPB / James Moy Photography Ltd./Sauber Group











