Lance Stroll, piloto da Racing Point, continua a passar ao lado dos pontos e das boas exibições. Na Áustria o piloto não foi além de um 14º lugar, e continua a passar quase completamente despercebido em 2019. Ironicamente, quando o problema da Ex-Force India, agora Racing Point deixou de ser o dinheiro – agora não há falta de recursos para o que é preciso – os resultados pioraram bastante, e nesse particular perceciona-se bem a diferença que faz ter na equipa um piloto como Esteban Ocon ou Lance Stroll. Sendo verdade que por vezes, como foi o caso do Red Bull Ring, há boas justificações para isso, olhando para o filme todo, a diferença é enorme. O ano passado por esta altura a Force India tinha 42 pontos. Este ano tem 19.
“Não foi a nossa corrida. A primeira parte parecia promissora, e eu estava na perseguição atrás de Hülkenberg e Pérez, mas depois tivemos alguns problemas no motor durante 10 voltas, o que eu penso que nos custou 5 ou 6 segundos. Não estou certo de como aconteceu, mas tivemos um problema com o medidor do fluxo de combustível, por isso tivemos que desligar o modo mais agressivo durante um bocadinho, o que nos custou outro lugar para o Ricciardo. No geral, uma tarde dura, mas já olhamos para Silverstone e a olhar para a corrida em casa da equipa”, disse Lance Stroll, justificando mais uma má corrida.










