Bernie Ecclestone não garantiu que vai haver GP de Itália a partir do próximo ano, em conversa com o jornal italiano Gazzetta dello Sport. Monza tem contrato apenas para este ano, mas as negociações para 2017 e os anos seguintes ainda continuam, com a federação italiana a envolver-se para garantir que o chefe supremo da F1 não transforma a negociação num leilão.
Ecclestone não está preocupado, relembrando que “temos andado a falar sobre isto, mas eles são italianos, se for preciso revolve-se tudo na quinta-feira antes da corrida”. Além de Monza, a pista de Imola também poderia regressar ao calendário, mas mais ninguém revelou ter vontade de organizar a corrida, e o mais provável é que Ecclestone coloque Monza em ‘guerra’ com um potencial evento noutro país.











Deve estar com problemas em chegar ao fim do mês, então trata de ir à vaquinha que tem mais leite, o GP de itália, que sabe que sempre tem uma grande alfuência dos Tiffosi e logo é onde pode haver mais dinheiro garantido, depois lá começa com estas ameaças para pressionar a organização do circuito e o governo italiano. Gatuno.
Este quando morrer leva a F1 com ele. Já não temos GP de França, o da Alemanha volta a pé cocho, ameaça o GP de Itália só falta o GP de Inglaterra. Ao arredar os países principais da F1, os países de origem das equipas, dos pilotos, dos adeptos mais ferrenhos, com a ajuda da TV paga, a F1 está quase morta.
Aquela figurinha no Mónaco era mesmo o Briatore e não o sósia, mas que tal o “Autosport” em vez de se contradizer sobre Monza em 2 dias, noticiar as projectadas alterações ao traçado? Substituição da 1ª Variante por uma curva rápida, desAparecimeto das escapatórias em asfalto da Parabólica e Roggia, etc. ( Quem paga é a Região da Lombardia) ?
Exemplo:
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