A existência de mulheres no desporto motorizado é bastante reduzida e na Fórmula 1, leia-se, nos monolugares que competem e não como pilotos de testes, é nula. Para o presidente da FOM, Bernie Ecclestone, esta é uma tendência a manter-se. Mas o britânico vai mais longe e acredita que dificilmente voltará a haver uma mulher na modalidade. “Eu duvido. Se houver alguém capaz, as equipas não as levariam a sério, por isso acho que nunca chegariam a ter um monolugar verdadeiramente competitivo nas mãos”, afirmou Ecclestone. Data de 1976 a última presença feminina num Grande Prémio de Fórmula 1, o feito foi protagonizado pela italiana Lella Lombardi, na Áustria.











