Bernie Ecclestone continua a colocar em dúvida o futuro do Grande Prémio do Brasil. O chefe supremo da Fórmula 1 sugeriu que a corrida de Interlagos pode não se realizar em 2017, apesar do circuito de São Paulo ter contrato com Ecclestone até 2020.
Mas Tamas Rohonyi, promotor da prova brasileira, minimizou os comentários de Ecclestone, explicando que “conheço o Bernie há 42 anos e ele é sempre assim”, indicando que Ecclestone apenas quer mais dinheiro da organização do Grande Prémio. Caso Ecclestone retirasse a prova do calendário do Mundial do próximo ano, Rohonyi relembra que “nós não podemos romper o contrato, e ele também não”.
Onde Ecclestone tem margem para negociar é na extensão de contrato para além de 2020. O empresário britânico poderá sempre exigir mais dinheiro, jogando com outras possibilidades para montar um Grande Prémio noutro país. Recentemente, Ecclestone pressionou Monza, avançando com a possibilidade de levar o GP de Itália para Imola.









