Arthur Leclerc, irmão mais novo de Charles Leclerc, regressa ao cockpit da Scuderia Ferrari na primeira sessão de treinos livres (TL1) do Grande Prémio de Abu Dhabi. O monegasco ocupará o lugar de Lewis Hamilton para cumprir a última sessão obrigatória de um piloto estreante da equipa nesta temporada.
Esta reunião marca um ano após os irmãos Leclerc terem feito história na Fórmula 1, na mesma sessão em Abu Dhabi, ao competirem como colegas de equipa pela primeira vez.
Cumprimento de regras e reforço técnico
Arthur Leclerc irá pilotar o monolugar SF-25 de Lewis Hamilton, satisfazendo, assim, a exigência regulamentar da Ferrari para a participação de pilotos novatos no TL1, depois de Dino Beganovic e Antonio Fuoco já terem cumprido sessões idênticas este ano.
O piloto, de 25 anos, expressou a sua satisfação em voltar a partilhar a pista com o seu irmão. “Charles e eu estamos muito felizes por pilotar novamente juntos no FP1. É muito entusiasmante estar num carro do outro lado da garagem dele”, afirmou Arthur.
Do ponto de vista técnico, o jovem piloto sublinhou a importância de conduzir o carro na pista para o seu papel como Piloto de Desenvolvimento. “De um ponto de vista técnico, pilotar o carro na pista é sempre útil para nós, pilotos que apoiamos principalmente a equipa com o nosso trabalho no simulador em Maranello. Ajuda-nos a dar um melhor feedback aos engenheiros.”
Preparação e objetivos para o TL1
Arthur Leclerc terminou a sua sessão de FP1 no ano passado na 18.ª posição, tendo posteriormente participado no teste de jovens pilotos após o fim de semana do Grande Prémio. O seu percurso inclui a participação na Fórmula 2 em 2023, as duas últimas épocas como Piloto de Desenvolvimento da Ferrari e a competição em carros desportivos este ano.
Relativamente à sua preparação, o monegasco focou-se nos aspetos físico e técnico. “Em termos de preparação física, trabalhei principalmente no pescoço, que é onde mais se sentem as forças G, e também fiz muito trabalho cardiovascular”, explicou. No lado técnico, o simulador foi crucial.
“O meu trabalho será fornecer feedback útil sobre o que estamos a testar e recolher o máximo de dados possível para melhorar a correlação entre o desempenho na pista e os resultados que vemos no simulador de Maranello”, concluiu.











