Apesar de estar a realizar a sua primeira época na Fórmula 1, Pascal Wehrlein admitiu ter ficado desapontado com o facto de não ter sido escolhido para ocupar o lugar disponível na Force India para 2017.
Com a saída de Nico Hulkenberg para a Renault, a equipa de Silverstone, cliente da Mercedes, ficou com uma posição em aberto para o próximo ano, mas acabou por optar pelo menos experiente Esteban Ocon em detrimento do seu colega na Manor e na Mercedes Junior Team, Pascal Wehrlein.
“O Toto [Wolff] ligou-me. Disse-me que a Force India escolheu o Esteban e que eu tenho que perceber o motivo para isso ter acontecido ou o que posso melhorar”.
Espera-se agora que Wehrlein continue com a Manor para uma segunda temporada, com Esteban Gutierrez a surgir como possível colega de equipa.
“Não é o fim do mundo. É uma oportunidade perdida, mas estou contente por continuar aqui [na Fórmula 1] e tentar dar mais uma passo na minha carreira no próximo ano”, disse o alemão, no GP do Brasil.
Questionado sobre a forma como estava a lidar com a notícia, o jovem piloto de 20 anos foi categórico:
“Tenho que lidar com ela. Podia dizer algo menos positivo, mas isso não me iria ajudar em nada. Esperava esta notícia há alguns dias e agora tive a sua confirmação, e tudo o que poso fazer é desejar ao Esteban que as coisas lhe corram pelo melhor. Irei agora continuar a demonstrar em pista o que posso oferecer. É um pequeno revés, mas nada mais do que isso”, insistiu.










