As empresas ligadas à Fórmula 1 detidas pelo “império” de Bernie Ecclestone tentaram, uma vez mais, registar a designação “F1” como uma patente.
Esta não é a primeira vez que “Mr. F1” pretende deter o monopólio das designações ligadas à competição rainha do desporto automóvel só que, o registo de patentes britânico, não “concordou” com a argumentação utilizada pelos representantes de Ecclestone e recusou, liminarmente, conceder o citado registo argumentando que, «F1 não é mais do que uma forma específica de competição automóvel e não é uma marca passível de registo».
Esta cruzada de Ecclestone tem como principais alvos os sítios da Internet que, não tendo enviados especiais na qualidade de jornalistas ou foto-jornalistas às corridas do Mundial de F1, veiculam informação sobre estes eventos, concorrendo com os sítios oficiais que estão debaixo da alçada de Ecclestone.
Esta é uma longa luta sobre exclusividade de direitos de informação que Ecclestone tem mantido com a generalidade dos media e, se no caso vertente das rádios e das televisões conseguiu fazer vingar os seus pontos de vista sob a forma de credenciais extremamente onerosas, já no que concerne às novas formas de divulgação informativa a “coisa” tem-se mostrado bem mais complicada.
Esperamos que o bom senso prevaleça nas entidades que tutelam estes sectores, sob pena de, mais dia menos dia, todos serem obrigados a pagar uma taxa até só por mencionarem os nomes dos circuitos, dos carros, ou dos pilotos.









