No entanto, é possível que muitas equipas façam toda a temporada sem usarem esse sistema.
De acordo com a revista Auto Motor und Sport, apenas duas equipas deverão ter os sistemas suficientemente evoluídos para competirem em 2009, sendo elas a BMW Sauber e a McLaren Mercedes.
As restantes, nas quais se incluem a Ferrari e a Toyota, estão a enfrentar sérias dificuldades no desenvolvimento dos seus sistemas. A equipa italiana e a Magneti-Marelli podem mesmo ter começado um projecto paralelo para a evolução do KERS, com Gilles Simon, reponsavel pelo departamento de motores e electrónica, a referir que só em Fevereiro será tomada uma decisão quanto à efectividade do KERS em corrida.
Recorde-se que a Toyota foi a primeira a revelar que não iria iniciar a época com o sistema, apontando o meio da época como data para a sua estreia. Já a Renault também estará a enfrentar problemas com o sistema.
Aparte os grandes construtores, a Williams é a única equipa independente a desenvolver o seu próprio sistema, mas também a formação de Grove se está a debater com sérios problemas. No entanto, para auxiliar no propósito de evoluir o seu KERS, a Williams conta com a colaboração de uma empresa especializada em sistemas híbridos, a Automotive Hybrid Power Limited, da qual adquiriu uma parte das acções em meados de 2008.
Quem não conseguir ter o seu sistema pronto até ao GP da Austrália terá tarefa complicada na sua introdução ao longo da época, já que a interdição dos testes durante a época tornará quase difícil a sua experimentação em pista.
Mas não são só as equipas a expressarem preocupação. Também Max Mosley, na sua carta à FOTA, se mostrou inquieto quanto ao sistema KERS e, sobretudo, em relação à instabilidade das baterias actuais.










