Alguns são de opinião que as novas asas traseiras ajustáveis vão contribuir muito para o espetáculo, outros são de opinião que o sistema irá dar uma vantagem desleal aos pilotos ‘perseguidores’. Quem terá razão, só na primeira corrida do Mundial de fórmula 1, a meio de março, no Bahrein, se vai saber. Até lá, são tudo conjeturas, até porque nos testes de inverno, o sistema via ser analisado melhor. Mas afinal, como funciona?
A FIA regulamentou um sistema onde a asa traseira pode ser ajustada em 50 mm, através de um simples botão no volante dos Fórmula 1. Em curva, os pilotos mantêm a asa o mais ‘fechada’ possível, mas nas retas ‘abrem-na’.
A asa volta ao seu ‘estado’ normal assim que os travões são acionados, ou o piloto desativa o sistema, e pode ser usado caso os pilotos estejam a menos de um segundo do piloto que rode à sua frente, tudo controlado pelos homens da FIA. Uma luz no volante avisa o piloto quando é possível utilizar o sistema (luz verde) ou não (luz vermelha). Na partida, e durante as duas primeiras voltas, não será possível aos pilotos utilizarem-no.
Mas nessa altura, existe o KERS, que regressa este ano aos monolugares de F1. Em qualificação, pode ser utilizado sem restrições. Veja o vídeo da Sauber, para ter uma ideia da forma como o sistema funciona.










