Castelo Branco acolhe nos dias 10 e 11 de outubro a penúltima prova da temporada de 2026 do Castrol Portugal Rally Series. A Ronda #5 marca a transição do asfalto para os pisos de terra, colocando pilotos e equipas perante um desafio inédito composto por oito novas Provas Especiais de Classificação e mais de 40 quilómetros cronometrados.
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A dimensão competitiva do evento fica acentuada pela aplicação de um coeficiente pontual de 1,5x em todas as categorias, o que faz com que uma vitória possa valer 37,5 pontos. Com a fase decisiva da época em curso e a posterior ronda de Fafe no horizonte, a prova castelbrancoense assume um papel determinante nas contas do campeonato. Em baixo, pode ver as hipóteses dos dois candidatos ao título da competição

Desafios no terreno e centralidade na Arena
A ausência de referências anteriores nos novos troços de terra exigirá rápida capacidade de adaptação por parte dos concorrentes, num percurso marcado por diferentes níveis de exigência e zonas rápidas.
O Parque de Desportos Motorizados de Castelo Branco funcionará como o centro operacional do evento, acolhendo a maior Arena Rally Series da temporada, que concentrará o secretariado, o parque de assistência, a fanzone e as várias passagens da vertente competitiva ao longo do domingo.
O programa prevê a aproximação da prova à cidade no sábado, dia em que as viaturas deixarão o espaço competitivo pelas 17h00 rumo a uma parada oficial pelas artérias de Castelo Branco. O percurso culminará nas Docas, local que receberá a sessão de autógrafos pelas 18h30 e um espetáculo noturno a partir das 20h30.
Declarações
A organização da prova está a cargo da Escuderia Castelo Branco, parceiro fundador do projeto. João Lucas, presidente da entidade organizadora, sublinhou a especificidade da etapa: “É uma parceria que temos desde o início e é com enorme satisfação que voltamos a receber o Castrol Portugal Rally Series em Castelo Branco. Temos agora pela frente uma prova em terra, com troços novos e condições que prometem ser um verdadeiro desafio para pilotos e equipas. É uma oportunidade para aproveitar ao máximo um percurso que tem tudo aquilo que procuramos num rali de terra e, num momento em que existem cada vez menos provas deste género, acredito que os pilotos vão desfrutar muito desta experiência”, afirmou João Lucas.
Por seu lado, André Lavadinho, diretor-geral do Rally Series Promoter, destacou a combinação entre a exigência desportiva e a vertente de proximidade com o público. “Estou à espera de uma lista de inscritos de grande qualidade, mais do que propriamente de quantidade que nunca foi o nosso foco, porque esta é uma prova onde o desafio desportivo fala por si. Temos novos troços de terra, um percurso que visualmente é incrível e um coeficiente de 1,5 que coloca ainda mais importância em cada quilómetro. Domingo vai ser incrível nos novos troços, mas antes disso teremos um sábado que vai aproximar os ralis das pessoas. É exatamente esta combinação entre competição e proximidade que queremos continuar a proporcionar no Rally Series”, declarou André Lavadinho.










