Steven Cho, CEO da Hankook Competition, defendeu como pode o desempenho da marca, apontando a dureza extrema das condições e questionando se é realista exigir o mesmo produto de alta performance tanto em pisos rápidos como na Estónia e Finlândia quanto em terrenos extremos como o Quénia e o Paraguai.
Fazendo o ‘resumo’:
PEC1: Foram registados furos por Thierry Neuville, Sébastien Ogier, Robert Virves, Nykolay Gryazin, Fabrizio Zaldivar e Yuki Yamamoto.
PEC2: Sébastien Ogier sofreu um novo furo e Fabrizio Zaldivar voltou a furar.
PEC3: Verificaram-se furos em Elfyn Evans, Sami Pajari, Adrien Fourmaux, Jon Armstrong e Joshua McErlean.
PEC5: Yohan Rossell registou um furo.
PEC6: Sofreram furos Hayden Paddon, Robert Virves e Diego Dominguez.
PEC7: Ocorreram furos em Elfyn Evans, Joshua McErlean, Hayden Paddon (segunda vez), Nikolay Gryazin, Jon Armstrong, Robert Virves e um duplo furo traseiro em Adrien Fourmaux.
Total do dia: Verificou-se um total de 27 furos ao longo de toda a jornada.
Em declarações ao Dirtfish, Steven Cho, da Hankook, admitiu num rali destes é muito complicado dispor apenas de duas opções de compostos do mesmo pneu: “Não é realmente possível pedir a um produto que dê a velocidade e o desempenho que os pilotos querem na Estónia e na Finlândia e depois ter de trazer esse mesmo produto para o Quénia ou Paraguai, onde as condições são tão diferentes. Penso que isso faz parte do desafio e parte do que torna os ralis interessantes. Acho que se tem de ponderar se será realmente possível ter um produto a funcionar perfeitamente em todas estas áreas?”









