As provas acumulam-se e apesar das dificuldades de abrir a estrada, Elfyn Evans alarga vantagem na frente do campeonato.
No final do Rali da Estónia, nona prova da temporada, Elfyn Evans cimentou a sua posição de líder do Campeonato do Mundo de Ralis. O piloto da Toyota soma agora 177 pontos, o que lhe confere uma vantagem de 25 pontos sobre o seu perseguidor mais direto, o colega de equipa Takamoto Katsuta, que totaliza 152 pontos.
Contudo, Sami Pajari estava a 45 pontos após o Rali de Portugal e agora está somente a 33.
Quanto a Ogier e a sua ‘candidatura’ ao título, o francês está longe do que fez no ano passado: ainda assim, depois do Rali Safari, Ogier estava a 40 pontos de Evans, depois do Rali de Portugal já estava a 56. Agora, após a Estónia, Ogier dista 38.
Evolução das pontuações ao longo da época
A consistência de Evans tem sido a chave para a sua liderança. Após as três primeiras provas, o galês já liderava com 66 pontos, mantendo a dianteira com 123 pontos após o Rali de Portugal, a sexta ronda. Na Estónia, confirmou o seu estatuto ao alargar a margem para a concorrência direta, embora agora tenha mais concorrência.
Katsuta teve um mau rali e está agora a 25 pontos, quando estava a 11 depois da Grécia, última prova antes da Estónia. Contudo, na Estónia, Pajari ganhou-lhe 13 pontos, Oliver Solberg, 12, enquanto Ogier perdeu um ponto.
Portanto, as posições imediatas, a seguir a Evans, sofreram alterações significativas. Sami Pajari ascendeu ao terceiro lugar na Estónia, com 144 pontos, encontrando-se a 33 pontos do líder. Sébastien Ogier segue logo atrás, a apenas cinco pontos de Pajari. Oliver Solberg, que ocupava o segundo posto no início do campeonato, está agora na quinta posição com 130 pontos. Thierry Neuville e Adrien Fourmaux repartem o sexto lugar, ambos com 111 pontos.
Portanto, o campeonato está muito em aberto, mas a verdade é que passaram duas provas após o Japão e Evans não perdeu demasiado face aos adversários sendo que na Finlândia a sua posição de abrir a estrada não será tão penalizante embora depois disso faltem ainda Paraguai, Chile, Itália e Arábai Saudita, qualquer deles complicada para abrir a estrada com uma única exceção, se suceder em qualquer delas, a chuva.














