José Pedro Fontes e Inês Ponte alinham no Rally de Lisboa 2026, terceira ronda do Campeonato de Portugal de Ralis disputada entre 28 e 30 de maio, ao volante do Lancia Ypsilon Rally2 HF Integrale, numa prova com forte carga histórica para a marca italiana.
A chegada ao asfalto representa para a dupla uma oportunidade de elevar a competitividade, num terreno onde o Ypsilon Rally2 HF Integrale já se impôs no WRC2.
Palco, ambiente, estradas e público: tudo isto confere a este rali uma dimensão emocional única, mas também uma responsabilidade acrescida que a dupla José Pedro Fontes e Inês Ponte abraça com a motivação que tem pautado toda a temporada. Depois de dois ralis em troços de terra, é chegada a fase de asfalto onde a dupla tentar subir a competitividade. E se até agora tèm lutado pelos lugares do pódio, chegando a um terreno onde o Ypsilon Rally2 HF Integrale já se impôs categoricamente no WRC2, a ambição é ainda maior.

A edição conta ainda com a estreia no CPR 2026 de Francisco Fontes e Nuno Rodrigues da Silva, integrados na equipa Sports & You / Stellantis Motorsport com um Lancia Ypsilon Rally6, com o jovem piloto a ambicionar a vitória na sua categoria e a disputar a prova ao lado do pai, José Pedro Fontes, sob as mesmas cores da Lancia.
“O Rally de Lisboa vai ser uma grande festa, com uma excelente lista de inscritos” disse José Pedro Fontes. “Foi também em alguns destes troços que a Lancia escreveu páginas de ouro da sua história e é uma honra poder representar estas cores num cenário carregado de tradição. Depois de dois ralis na terra, chegamos ao asfalto que é da nossa preferência e onde conseguimos ser ainda mais competitivos. O carro já mostrou muito potencial e os triunfos no mundial são a prova que temos a arma certa para apontar aos primeiros lugares. É com essa ambição que chegamos a esta prova.”

“Já tinha saudades das competições e é com orgulho que vou integrar o FPAK Junior Team” afirmou Francisco Fontes. “Os meus objetivos para este rali são continuar a evoluir, mas sempre de olho na vitória. Não conheço o andamento dos meus adversários, pelo que me vou focar nessa evolução, dando o meu melhor. Mas, sem dúvida, quero tentar vencer a categoria no Rally de Lisboa. Fiz este rali no ano passado, mas a prova não é igual. É um rali rápido, com estradas largas, conhecido por ter pouca aderência. O ponto de maior orgulho é estar na mesma prova e a defender a mesma marca que o meu pai, a Lancia. É um orgulho representar uma marca com tanta história nos ralis, mas, acima de tudo, é uma alegria tremenda poder fazê-lo inserido na mesma equipa do meu pai.”










