A debandada da Ford no Rally-Raid Portugal 2026 tornou-se o tema central do acampamento em Grândola, após um primeiro dia que dizimou a armada da marca americana. O abandono de Martin Prokop, que se junta à saída prematura dos carros oficiais, confirmou um cenário de pesadelo técnico para a M-Sport em solo luso: “Infelizmente fomos forçados a retirar-nos do Rally Raid Portugal. Obrigado a todos os fãs pelo apoio e aplausos, lamentamos muito, mas o desporto automóvel é assim, às vezes…”

O colapso da armada Raptor
A notícia do abandono triplo de Carlos Sainz, Mattias Ekström e Denis Krotov antes do início da segunda etapa (SS2) caiu como uma “bomba” no parque de assistência. Os três Ford Raptor T1+ de fábrica sofreram problemas mecânicos graves durante a tirada inaugural, impossibilitando a continuidade na luta pelos pontos do W2RC. Este desfecho é um revés amargo para a Ford, que chegava a Portugal com a motivação em alta após os pódios conquistados no Dakar.
A razão do abandono de Martin Prokop
Quanto ao piloto checo Martin Prokop, que este ano estreou o seu estatuto de primeiro piloto privado a contar com o apoio oficial da marca, o destino não foi diferente. Segundo apuramos, Prokop foi forçado a abandonar devido a problemas críticos no motor do seu Ford Raptor, que já se manifestaram na terça-feira, na assistência..
A falha manifestou-se ainda durante a primeira especial (SS1), onde o veterano ex-WRC tentou gerir a mecânica para chegar ao fim, mas a gravidade dos danos internos no propulsor V8 revelou-se fatal para as suas aspirações.












