F1, Franco Colapinto: “Difícil avaliar exatamente onde estamos em termos de performance”

Por a 25 Fevereiro 2026 16:10

Franco Colapinto considera prematuro tirar conclusões definitivas sobre a competitividade da Alpine para 2026, apesar dos sinais encorajadores deixados nos testes de pré-temporada. O piloto argentino, que inicia o seu primeiro ano completo como titular, acredita que só a primeira corrida permitirá perceber a real posição da equipa no pelotão intermédio.

A equipa de Enstone acumulou mais de mil voltas entre o shakedown em Barcelona e os seis dias de testes no Bahrein, com Colapinto a cumprir 650 quilómetros num único dia. Pierre Gasly também registou uma quilometragem elevada e tempos competitivos, alimentando a expectativa de que a formação francesa possa ter deixado o fundo da grelha para se aproximar do topo do meio-campo.

Ainda assim, o argentino mantém cautela. Recorde-se que a Alpine terminou a última temporada na última posição do campeonato de construtores, somando apenas 22 pontos, longe dos adversários diretos.

Colapinto destaca que a experiência acumulada em testes representa um avanço significativo face aos anos anteriores, quando não teve a mesma oportunidade de rodagem. Considera que a evolução é evidente de dia para dia e acredita que, nas primeiras corridas, tanto ele como a equipa estarão mais confortáveis e rápidos.

Em declarações no Bahrein, Colapinto explicou:

“A adaptação vai ser fundamental nesta fase inicial da época. De pista para pista tudo muda — a forma de conduzir, a gestão da energia. Vamos ver. Precisamos de aprender muito também no simulador antes da corrida. É difícil avaliar exatamente onde estamos em termos de performance.”

O piloto reconheceu ainda o equilíbrio do pelotão:

“Penso que há quatro equipas claramente à frente e depois o resto está muito próximo. Temos de esperar pela primeira corrida para perceber realmente onde estamos.”

Sobre a importância da quilometragem acumulada, acrescentou:

“Ajudou muito chegar à primeira corrida com tantos quilómetros feitos. Estou muito mais próximo do que os outros pilotos já tinham aprendido e testado. É praticamente o equivalente a oito corridas em termos de rodagem, o que faz uma grande diferença. Foi algo que me faltou no ano passado e no anterior, por isso é um grande passo. Sente-se que é diferente do ano passado, mas a progressão é muito rápida. De um dia para o outro as coisas mudam, o carro está um pouco mais rápido e transmite melhores sensações. Ainda é cedo para comparações diretas, mas estamos claramente a melhorar.”

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