O diretor de equipa da McLaren, Andrea Stella, afirmou que o atual grupo de pilotos da Fórmula 1 é o mais forte de sempre, numa temporada em que Lando Norris e Oscar Piastri estão diretamente envolvidos na luta pelo título. Metade da grelha é composta por vencedores de Grandes Prémios, com dez pilotos detentores de pole positions e quinze com pódios — todos exceto Yuki Tsunoda e os rookies Oliver Bearman, Liam Lawson, Gabriel Bortoleto e Franco Colapinto.
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— Formula 1 (@F1) November 9, 2025
A competitividade ficou novamente evidente no Grande Prémio do Brasil, onde os dez carros do Q3 — pertencentes a sete equipas distintas — ficaram separados por apenas 0,528 segundos. Diferenças quase idênticas surgiram entre os catorze melhores no Q1 e no Q2, demonstrando o equilíbrio absoluto do pelotão.
Stella sublinha que não se recorda de outra época com um nível tão elevado de talento. Embora o título esteja centrado na dupla da McLaren, o italiano acredita que sete ou oito pilotos têm qualidade suficiente para serem campeões do mundo.

“A nova geração de pilotos é simplesmente incrível”
Segundo Stella, esta “geração excecional” é fruto direto da evolução das categorias de formação, onde os jovens pilotos dispõem desde cedo de dados, preparação avançada e métodos profissionais.
“Penso que o que vemos esta temporada na Fórmula 1, em termos de competitividade – e isso é algo que podem analisar um pouco – não me lembro de ter visto um grupo tão competitivo de pilotos em nenhuma outra temporada”, disse Stella. “A nova geração de pilotos é simplesmente incrível, e agora temos sete, oito pilotos com nível para lutar pelo campeonato do mundo. Como disse, não tenho a certeza se isto já aconteceu antes”, acrescentou o italiano. “Potencialmente, isto deve-se à qualidade das camadas jovens atualmente. Estes jovens pilotos começam no karting e já têm os dados necessários. Treinam a um certo nível desde a adolescência. Isto tornou a competição extremamente feroz, e, portanto, a diferença está neste último um por cento.”












Concordo. Pelo menos metade da grelha deste ano promete uma F1 de qualidade, durante uma década no mínimo.
Discordo. O estarem nivelados nos tempos tantos pilotos pode simplesmente significar que estão nivelados por baixo. Há 2 anos diziam o mesmo do MotoGp, que tantos pilotos poderem vencer era sinal do plantel recheado de talentos extraordinários, até chegar este ano e o Márquez e que imediatamente redimensionou. Transpondo para a F1, um verdadeiro campeão, caso do Verstappen, no lugar do Piastri ou Norris já há muito que tinha fechado as contas do campeonato de pilotos. Há dias vi imagens do GP em Monza de 1978, aquele que o Ronnie Peterson teve o acidente. Contei oito campeões do Mundo a… Ler mais »