Lewis Hamilton protagonizou um dos momentos mais difíceis da sua carreira na Fórmula 1, ao qualificar-se em último lugar para o Grande Prémio de Las Vegas, numa sessão marcada por condições climatéricas adversas.
Esta foi a primeira vez que Hamilton terminou uma qualificação em último devido a pura falta de ritmo, num contexto em que tradicionalmente se destaca em pistas molhadas. Ao longo da sessão, o piloto britânico revelou grandes dificuldades em extrair performance do monolugar da Ferrari, ficando mais de dois segundos atrás do seu colega de equipa, Charles Leclerc. O desfecho representa um novo ponto baixo numa temporada de estreia dececionante na Ferrari, após já ter abandonado na prova anterior em São Paulo.
Apesar de ter registado um bom ritmo na terceira sessão de treinos livres, que começou com chuva e acabou em piso seco, Hamilton nunca foi competitivo durante a qualificação. O britânico foi particularmente prejudicado pela dificuldade em colocar os pneus à temperatura ideal e por problemas no sistema de travagem. Adicionalmente, no seu derradeiro esforço para evitar a eliminação, foi obrigado a abrandar devido a bandeiras amarelas e cruzou a linha de meta segundos após a bandeira de xadrez, impedindo uma última tentativa. Hamilton classificou este início de percurso com a Ferrari como “um pesadelo”, permanecendo sem qualquer pódio, apesar da vitória na corrida sprint da China em março.
“Não tenho palavras para descrever”, disse. “Obviamente, não foi suficientemente bom. Não consegui aquecer os pneus o suficiente, tive demasiada subviragem e penso que um dos meus travões dianteiros estava vitrificado, por isso tive muita dificuldade em parar nas curvas. É muito frustrante, claro, porque no TL3 o carro estava ótimo e pensei que seria um ótimo dia, mas acabou por ser o pior. Não pode ser muito pior do que isto. A pista estava muito escorregadia e o primeiro conjunto de pneus não resultou connosco. Por algum motivo, tive dificuldades em gerar calor nos pneus. É pena, porque a equipa fez um excelente trabalho e o carro estava ótimo no TL3. Senti mesmo que tínhamos um bom ritmo, mas depois veio a chuva. Sinceramente, não há muito a dizer.”
Foto: Philippe Nanchino /MPSA










E por tabela o Charles também vai levar nas orelhas, o dono não sabe criticar um sem criticar os dois.
A culpa é do Masi. Se ele não tivesse inventado em Abu Dhabi, o Hamilton já se teria reformado, com o 8º título no bolso. Assim, decidiu continuar a tentar, mas arriscando uma mudança de ares muito complicada, e que, muito provavelmente, vai dar em desilusão, como aconteceu com outros campeões.
A verdade, é que Hamilton andou razoavelmente bem nos treinos livres, a qualificação é que foi o diabo…
E querem dispensar o Tsunoda 🤪
A culpa foi das alterações climáticas: faltou-lhe ar limpo e ausência de condições climatéricas adversas.
Também me parece que já lhe falta o ar: ingressou numa das melhores equipas e nem sequer um único pódio nesta temporada.
Tem a desculpa de ser sete vezes Campeão do Mundo… se fosse apenas quatro é que o seu desempenho já era inadmissível.