Carlos Sainz terminou o Grande Prémio de Singapura no décimo lugar, conquistando um ponto importante após uma impressionante recuperação desde o 18.º posto da grelha. O piloto espanhol da Ferrari protagonizou mais uma excelente prestação, após o pódio em Baku. Um longo stint inicial de 52 voltas com pneus médios permitiu-lhe subir na classificação, antes de trocar para os macios nas voltas finais, o que lhe permitiu ultrapassar vários adversários e entrar nos pontos.
Sainz descreveu a prova como “inesperada”, sublinhando o forte ritmo de corrida da Ferrari: “Esperávamos uma corrida com Safety Cars ou chuva, mas acabou por ser seca e sem incidentes. O bom ritmo com os médios permitiu-nos aguentar carros mais rápidos e, com os pneus macios, fomos capazes de ultrapassar cinco ou seis pilotos.”
O espanhol reconheceu a dificuldade do seu longo primeiro stint, especialmente nas voltas finais, quando foi pressionado por Oliver Bearman e Fernando Alonso. Ainda assim, manteve tudo “sob controlo” até poder atacar no momento certo.
Sainz destacou o facto de ter sido “um dos poucos a ultrapassar em Singapura”, algo notável numa corrida sem interrupções: “Acho que fui o único piloto a avançar posições numa corrida normal, sem Safety Car, e partindo do meio do pelotão isso não é fácil.”
Após a desclassificação que o obrigou a partir do fundo da grelha, o décimo lugar teve um sabor especial. “Cada ponto conta até ao final da temporada. Limitámos danos face à Aston Martin e aos RB, e até os superámos em ritmo. Para o ponto de partida que tínhamos, foi um resultado muito positivo”, concluiu o espanhol.
Foto: MPSA / Philippe NANCHINO












