Lisboa acolhe, pela primeira vez desde o período de 2006 a 2008 – quando o Dakar partia da capital portuguesa – a caravana internacional dos rali-raid. Este regresso ao cenário que outrora marcou o início de grandes aventuras é repleto de simbolismo, com o pódio final montado aos pés do imponente Monumento aos Descobrimentos.
Um pódio simbólico: homenagem aos navegadores e competidores
A escolha do Padrão dos Descobrimentos como pano de fundo para a celebração dos vencedores não é meramente estética; é uma homenagem carregada de significado. O monumento, que celebra os grandes navegadores portugueses da Era dos Descobrimentos, evoca a audácia das viagens às Américas e a perspicácia de navegação que os competidores, hoje, serão honrados por demonstrar. A organização, o Automóvel Club de Portugal (ACP), transmite assim uma poderosa dupla mensagem, ligando o passado glorioso de exploração ao presente da aventura motorizada.
A Batalha Final: 34 Segundos separam Lucas Moraes e Henk Lategan
A emoção atinge o seu auge na categoria principal, onde uma margem mínima de 34 segundos separa os dois primeiros classificados, prometendo um desfecho eletrizante.
Lucas Moraes partiu às 11:24, três minutos após o seu companheiro de equipa Henk Lategan. O piloto brasileiro detém a vantagem na classificação geral da FIA, com uma almofada de 34 segundos sobre o sul-africano.
Sébastien Loeb, em terceiro lugar, encontra-se a 10 minutos e 42 segundos da liderança. Os dois pilotos de fábrica da Toyota Gazoo Racing W2RC são, inequivocamente, os grandes favoritos na batalha pelo degrau mais alto do pódio, prometendo um espetáculo de alta velocidade e estratégia nos derradeiros quilómetros da prova.












