A dupla Hugo Lopes e Magda Oliveira prosseguiu o seu percurso de desenvolvimento ao volante do Hyundai i20 N Rally2 da Team Hyundai Portugal no exigente Rali da Madeira. Após as etapas de Fafe e Castelo Branco, a prova insular revelou-se uma verdadeira “cadeira” universitária, mais complexa e desafiante, mas crucial para a evolução da jovem equipa. Com exceção de um ligeiro toque inicial, o foco manteve-se na acumulação de quilómetros e na compreensão do carro, abrindo caminho para futuros voos.
Hugo Lopes descreveu o Rali da Madeira como uma prova “não é fácil”, especialmente para quem a aborda pela primeira vez com um carro de tração às quatro rodas e apenas no seu segundo rali. “Vir aqui a um ‘Grande Prémio’ como é o Rali da Madeira, onde é ainda mais difícil tentar acompanhar os adversários, não é fácil”, sublinhou o piloto.
Apesar de um arranque promissor no shakedown e no primeiro troço, um toque numa curva cega abalou momentaneamente a confiança da dupla. No entanto, o incidente serviu para reforçar o objetivo primordial: “terminar o rali e fazer o máximo de quilómetros”. Lopes salientou a importância de perceber as alterações no carro, o que contribuiu para a sua própria evolução e a do veículo. “O balanço é super positivo”, concluiu.
Com o olhar já na próxima etapa, o Rali da Água, Hugo Lopes mostra-se otimista. Acredita que as características da prova se adequam mais ao Hyundai, permitindo “estar na luta por um lugar melhor”. Apesar de ainda ter “poucos quilómetros no carro”, o objetivo é claro: “aproveitar cada minuto” e, gradualmente, “carregar um bocadinho mais no acelerador”.









