Pedro Ortigão, um dos responsáveis da XRacing, a edição comemorativa dos 10 anos do evento, correu de forma positiva, tal como a caminhada de 10 anos cumprida pelo RallySpirit: “O balanço de uma década é muito satisfatório.
Evoluímos paulatinamente e de forma sustentada, e este ano tivemos o maior contingente de pilotos internacionais de sempre. Isso prova que o rali está a ganhar nome além-fronteiras e é com essa força que queremos agora trazer mais e melhores carros.
Depois de termos consigo pôr no mapa do RallySpirit os saudosos Grupo B, o próximo objetivo passa por fazer o mesmo com os WRC e S1600, que sabemos serem também muito apreciados”.











Compreendo a ideia e é positiva, mas para além de mais e melhores carros, na minha opinião o que é preciso é também bons pilotos. É verdade que muitos dos carros são “obras de arte” e que não convém estragar. Mas ao mesmo tempo é como não valorizar os carros pois são conduzidos e não pilotados. O que é uma pena pois acabam por não demonstrar o verdadeiro potencial. Mas não se pode ter tudo.