Isack Hadjar teve um início impressionante na sua carreira na Fórmula 1 com a Racing Bulls, marcando 21 pontos nas primeiras nove corridas de 2025 e granjeando elogios um pouco por todo o paddock da F1, incluindo de, Helmut Marko, pela sua velocidade e consistência. No entanto, o campeão mundial de 2016, Nico Rosberg, aconselhou fortemente Hadjar a não aceitar uma possível promoção para a equipa sénior da Red Bull.
Com Yuki Tsunoda a enfrentar dificuldades após a sua mudança para a Red Bull, cresceram as especulações em torno de Hadjar como um possível substituto. Apesar disso, Rosberg acredita que uma mudança seria arriscada e poderia prejudicar o desenvolvimento promissor de Hadjar. Rosberg aconselha-o a recusar firmemente qualquer oferta e continuar a progredir na Racing Bulls, onde está atualmente a ter sucesso.
“Se eu fosse o Hadjar agora, se a equipa começasse a mencionar [uma promoção], eu recusaria”, disse Rosberg à Sky F1.” Recusaria com toda a força possível. Porque ele está a fazer um excelente trabalho com a RB, está numa ótima posição, recusaria categoricamente e diria: ‘De maneira nenhuma’. É preciso fazer isso, recusar.”
Foto: Philippe Nanchino /MPSA











Espero que o Tsunoda sirva de exemplo para o Hadjar… E espero que o Tsunoda tenha aprendido a lição.
Acho que toda a gente, eu incluída, à priori, pensa como o Rosberg, mas estamos a esquecermo-nos de um pormenor, que pode tornar-se um “pormaior”: o que aconteceria ao Hadjar se recusasse? Será que continuaria tudo bem, ou o Marko e companhia lhe apresentavam uma “guia de marcha”, com efeitos imediatos? Ele está a começar uma carreira, ainda não tem estatuto para dizer “não”. Eu não acredito em mais mudanças de pilotos na estrutura Red Bull. Ambas as equipas já apresentaram três pilotos cada, com um máximo de quatro permitidas. (O mesmo se passa com a Alpine), pelo que manda… Ler mais »
O Tsunoda é rápido… inconsistente e um “jovem” imaturo e amuado. Parece-me óbvio que está a ter aquilo que ele achava pouco provável. O Hadjar parece-me muito habilidoso, especialmente depois de ter visto o perfeito “milagre” do túnel do Mónaco em F2 no ano passado. Deixem-no crescer.