De acordo com a La Gazzetta dello Sport, o Fundo Soberano da Arábia Saudita (PIF), o mesmo que levou Cristiano Ronaldo para a Arábia Saudita, prepara uma oferta para levar Max Verstappen para a Aston Martin.
Em cima da mesa poderão estar 264 milhões de euros por 3 anos, entre 2026 e 2028, o que equivale a 88 milhões de euros por temporada.
O PIF, fundo soberano, já possui 20% das ações da Aston Martin Lagonda e, segundo se sabe, quer mesmo assumir a propriedade da equipa de Lawrence Stroll, tem investido fortemente no desporto e, caso esta contratação avance, tratar-se-á do maior negócio de sempre da história da Fórmula 1 envolvendo um piloto.
A Aston Martin, como se sabe, tem investido fortemente, com uma fábrica de ponta em Silverstone, a contratação de Adrian Newey e a parceria com a Honda, querendo, de uma vez por todas, posicionar-se de forma a poder disputar títulos já a partir de 2026, quando entram em vigor as novas regras da Fórmula 1.
Como se sabe, a situação de Max Verstappen na Red Bull está desgastada. O que sucedeu com Christian Horner há pouco mais de um ano deixou marcas. A Red Bull tem sofrido alguma erosão em termos de técnicos. Importante referir que os conflitos em que Helmut Marko é protagonista são mais do que muitos e a insatisfação de Max Verstappen, apesar das coisas terem corrido muito bem desde o final de 2021 até meio do ano passado em pista, é agora crescente na direta proporcionalidade da falta de competitividade do carro e dos erros da equipa, a começar logo pelas boxes.
Há dias, o repórter de F1 da Sky Sports, Simon Lazenby, revelou num programa televisivo sobre Fórmula 1 que, segundo os media holandeses, o acordo para Max Verstappen sair “já está feito” e o destino é mesmo a Aston Martin, mesmo que outros assegurem que a Mercedes está na corrida e tem ‘soprado’ a partir de Brixworth, onde se constroem os motores e de onde saiu o ‘monstro competitivo’ de 2014, que a Mercedes está muito forte para 2026 a esse nível. Max Verstappen tem, no entanto, sido bastante cauteloso nas suas intervenções públicas, ao referir que só quer concentrar-se em melhorar o carro: “Não estou a pensar em deixar a Red Bull”, disse.
Como se sabe, o contrato atual de Max Verstappen com a Red Bull vigora até 2028, mas existem cláusulas de rescisão, não só do lado do piloto, como da equipa, em termos de performance, e pela situação atual da equipa, essa cláusula pode ser ativada.
Seja qual for a perspetiva, uma oferta de 264 milhões de euros em 3 anos é pouco menos que irrecusável, do lado de Verstappen, sendo que, do lado da Aston Martin, este pode ser mais um grande passo para finalmente começar a lutar na frente: depois da fábrica com um túnel de vento e simulador de última geração, de Adrien Newey, da Honda e agora Max Verstappen, seria, talvez, a cereja no topo do bolo.
FOTO Red Bull ContentPool/Getty Images










