Alain Prost criticou a minissérie biográfica Senna da Netflix, considerando-a insensível e incorreta. A série de seis partes, que explora a vida de Ayrton Senna e a sua lendária carreira na F1, tem recebido críticas mistas desde o seu lançamento.
Prost, o feroz rival de Senna nas pistas que se tornou amigo, declarou que Ayrton “não iria gostar ” e acusou a série de fabricar acontecimentos para obter ganhos comerciais.
“Tenho certeza de que Ayrton não gostaria de tudo isso, até porque é um sinal de pouca sensibilidade. É uma ótima história e você não deveria contar coisas que não são verdadeiras do nada.
Se você tem que fazer algo comercial, não é legal fazer isso em nome de Senna. Eu não gosto disso e não aceito isso” disse Prost em declarações ao rmcmotori.com
Apesar das críticas de Prost, a série foi criada em colaboração com a família de Senna, tendo a sua irmã Viviane sublinhado o seu empenho em contar uma história única e pessoal.












Concordo totalmente. A família quer é dinheiro, pelo que como muitas vezes acontece o que vende é a mentira/engano.
Não surpreende. O Prost tentat vender a sua “verdade” há 30 anos…
Nunca vai estar de acordo com nenhuma outra versão.
O Prost têm a sua verdade mas o Senna tambem. Sou um enorme admirador do Senna e nunca apreciei emocionalmente o Prost mas não sou cego. Qualquer deles teve erros para com o outro e sinceramente aquilo que se passou no GP do Japão em dois anos consecutivos não abona nenhum deles.
Ambos cometeram erros. Mas a julgar pelo que se sabe, ambos os assumiram, pelo menos entre eles, tanto que se tornaram amigos, ou pelo menos respeitavam-se.
«não é legal fazer isso em nome de Senna»
Quer dizer que é proibido?
Ou será que, mais uma vez, publicaram um texto em pórrtugêiz do Bráziu por preguiça de o rever?
Às tantas o jornalista do autosport é “Português” há meia dúzia de anos.
Não perdi meu tempo assistindo a essa série. A família do falecido, que vive às custas da herança e imagem dele, interferiu, manipulou fatos.
Família miserável essa.
Provávelmente têm razão (não vi a série e sinceramente não tenho vontade para…). O problema destes “biopics” é que têm tendência para endeusar, ou mesmo omitir ou limpar (tirando depois parte do aspecto humano) os acontecimentos negativos que todo o ser humano têm. Tratando-se de uma produção Netflix, existe on-top tambem a necessidade de dar mais teatralidade á história.
Estes filmes “históricos” são sempre um chorrilho de mentiras, como por exemplo o filme Gran Turismo, tirando o nome do piloto, nada daquilo aconteceu de verdade ou pela ordem quem foi indicada. Nem o piloto pertenceu à primeira leva da Nissan GT Academy, nem foi o primeiro “gamer” a correr as 24 horas de Le Mans e a fazer pódio na categoria LMP2, que no filme foi transformado em LMP1.
Eu nem vi!
Vi a série, que não é grande coisa (na minha opinião), demasiada telenovela à mistura, tornando-a irritante. Mas o retrato que fazem do Prost é o pior, é chocante. Tem toda a razão para estar indignado. Seja por facciosismo, ou pura incompetência, o que transmitem do Prost é um chorrilho de factos falsos (p.e. a história da vinda do Senna p McLaren, em que mostraram o Prost a tentar impedir, quando ele próprio recomendou o Senna), falsificação da sua personalidade, ao mostrarem-no como um tipo invejoso e agressivo, a tentar inclusive agredir o Senna — esta gente alguma vez terá… Ler mais »