George Russell, presidente da GPDA desde 2021, revelou que o papel tem sido mais exigente e político do que esperava. Inicialmente centrado na segurança e nas preocupações desportivas, Russell encontra-se agora a navegar na política do desporto, incluindo a abordagem de questões com o Presidente da FIA, Mohammed Ben Sulayem, que rejeitou uma carta da GPDA a pedir transparência.
Apesar de não se sentir preparado para os aspetos políticos, Russell sublinha a união e o empenho dos pilotos em melhorar o desporto e apoiar a FIA.
“Quando assumi o cargo de diretor da GPDA, nunca esperei ter tanto em mãos e que fosse tão político, não entendo nada deste lado do desporto”, disse Russell ao Autosport.com. “Agora, parece que tudo o que se fala é sobre a política do desporto”, continuou. Russell afirma não estar “suficientemente informado” sobre as recentes mudanças na FIA. . “Queremos transparência. E queremos ajudar a FIA, tão simples quanto isso”, concluiu.












Não é presidente. É membro da direcção da GPDA, mas não é presidente: esse cargo é exercido por Alexander Wurz.
Não é presidente, mas junta mente com Anastasia Fowle, são os Directores Executivos da GPDA. A. Wurz o Chairman há tempo de mais. O facto é que o Russell é que está no terreno e têm de que abordar, questionar e debater com a Fia a F1 e as organizações, as questões que se reflectem ou têm a haver com os pilotos. O facto é que em vez de lidar principalmente com questões dessas têm de lidar ao invês com lobbies, conquista de poder, geo-politica, disenções socio culturais, è interesses da alta finança internacional. É a actualidade. Tudo se tornou… Ler mais »