A F1 é conhecida pela intensa competitividade em pista, quer por parte dos pilotos, quer dos engenheiros, que tentam todos os truques possíveis para ganhar vantagem.
Muitos desses truques vão sendo apontados pelos adversários, com a FIA a servir de árbitro, decidindo o que é legal ou não. Este ano já tivemos alguns casos desses. Por exemplo, a Red Bull começou por criticar a McLaren devido a uma asa traseira alegadamente demasiado flexível, o que levou a FIA a ordenar à McLaren e a duas outras equipas que a ajustassem. Em Austin, a McLaren contra-atacou com a acusação de que a Red Bull estava a utilizar um mecanismo no cockpit para ajustar a altura do patim do fundo no parque fechado sem ser notada. A FIA declarou que o mecanismo era legal, mas colocou um selo no parafuso de ajuste para evitar adulterações.
A nova acusação surgiu no Brasil. Segundo a Auto Motor Und Sport, a Red Bull acusou a McLaren e outras equipas de colocarem água nos pneus para os arrefecer por dentro (de forma a minimizar a degradação térmica). A FIA está a investigar as alegações, mas a Pirelli e a FIA consideram-nas infundadas e descrevem a acusação como uma “tempestade num copo de água”. É extremamente difícil adicionar água sem ser notado pelos engenheiros da Pirelli e a FIA já parou tentativas anteriores de adicionar água aos pneus.
Veremos o que este caso traz, mas parece que o jogo fora de pista está cada vez mais intenso.










