O cenário do campeonato tem-se transformado de maneira surpreendente, com a Red Bull a enfrentar uma queda inesperada de desempenho. A equipa, que parecia invencível no início da temporada, não vence uma corrida desde que Max Verstappen bateu Lando Norris no Grande Prémio da Espanha, em junho.
No começo, Verstappen dominava com autoridade, vencendo seis das primeiras oito corridas, incluindo duas Sprints, e conquistando o segundo lugar na única prova em que não cruzou a meta na frente.
Tudo indicava que construiria uma vantagem inabalável rumo ao título, mas o atual campeão foi forçado a admitir que, neste momento, “ambos os campeonatos não são realistas”, devido às dificuldades enfrentadas com o RB20.
Verstappen fez um apelo dramático à Red Bull: uma revolução completa no carro, na esperança de resgatar o desempenho avassalador do início da temporada. No entanto, ele reconhece que voltar às especificações antigas não será a solução mágica, especialmente com os avanços que os rivais têm mostrado.
Zandvoort foi um verdadeiro exercício de sobrevivência para a Red Bull, onde Verstappen conseguiu um segundo lugar atrás de Norris, mas sem tempo para respirar, Monza chegou apenas uma semana depois, deixando poucas chances para ajustes significativos.
Agora, todos os olhos estão no Circuito da Cidade de Baku, uma pista que já era um desafio para a Red Bull no início do ano. Com o histórico da equipa em circuitos urbanos ainda em fase de ajuste, outro fim de semana complicado no Azerbaijão poderá ser um mau presságio para as suas ambições em Singapura. A equipa precisa reagir rápido se quiser manter vivas as suas esperanças de chegar aos títulos.
Quem diria que uma reviravolta destas iria suceder desta forma depois do que se viu na faze inicial da época?










