O diretor técnico da Red Bull, Pierre Waché, minimizou o impacto da saída iminente de Adrian Newey da equipa, afirmando que “não muda nada” nas suas operações.
Newey, uma figura central responsável pela conceção de todos os carros vencedores do título da Red Bull, sairá oficialmente no início do próximo ano e já reduziu o seu envolvimento com a equipa de Fórmula 1 para se concentrar no hipercarro RB17.
“O feedback e os conselhos de Adrian foram, obviamente, extremamente benéficos para nós”, disse Waché ao Motorsport.com. “Como em qualquer negócio e na vida, temos de olhar em frente, mas não quero tirar nada ao que ele fez pela equipa, nem ao que significou para mim pessoalmente. Ele tem uma enorme experiência, é muito inteligente e muito bem-sucedido. Mas nós estamos onde estamos. As nossas operações diárias não mudaram, exceto que já ninguém nos olha por cima do ombro e diz: ‘ Já pensaste nisto ou naquilo?´Mas, fundamentalmente, não muda nada naquilo que fazemos.”
A equipa está habituada a trabalhar sem o contributo direto de Newey, uma vez que já tinha estruturado as suas operações para funcionarem independentemente da sua presença. Embora a saída de Newey seja notável, Waché insiste que o compromisso da Red Bull em construir melhores carros e atingir os seus objetivos continua inalterado.
“A organização em si não mudou porque já estávamos organizados de forma a podermos trabalhar sem o seu contributo”, continua Waché. “Isso também aconteceu no passado, em que ele estava menos presente nalgumas alturas do que noutras. A principal diferença é que agora ele já não está presente, mas a organização em si não mudou. Só temos de passar sem a sua contribuição.”










