Laurent Mekies, chefe de equipa da RB, sublinhou a necessidade urgente de melhorias significativas se a estrutura quiser subir na classificação do mundial.
Após as primeiras 14 jornadas da atual temporada, a RB ocupa o sexto lugar no campeonato de construtores com 36 pontos, ultrapassando já o total do ano anterior, quando terminou em oitavo lugar. Apesar deste progresso, Mekies tem a certeza que a equipa precisa de fazer progredir o seu monolugar para ser consistente.
Embora a posição atual da equipa seja uma melhoria relativamente à época passada, Mekies reconhece que ainda existe uma diferença considerável entre a RB e as equipas de topo, acreditando serem necessárias mudanças e desenvolvimentos substanciais para levar a equipa para junto dessas equipas.
Em declarações ao RacingNews365.com, o responsável da RB salientou que “não há como esconder que o carro ainda precisa de ser muito melhorado”, admitindo que a equipa italiana não tem muita margem para as atuais concorrentes diretas nem capacidade de lutar com as da frente. Por isso, “as últimas corridas foram um lembrete. Todos vão melhorar. A Haas não é muito rápida, a Sauber não é muito rápida. A Williams regressará, sem dúvida, porque provavelmente estão num percurso semelhante ao nosso. Estão provavelmente no seu segundo ano, nós estamos no primeiro ano, mas é um tipo de percurso semelhante”.
Sendo um objetivo “médio prazo”, Laurent Mekies diz ser necessário manter o foco mesmo com a “pressão das corridas”, admitindo que a sua equipa teve “dificuldades” com as atualizações de Barcelona. “Vínhamos de uma série de corridas muito fortes, esperávamos aumentar o desempenho do carro, mas não o conseguimos, mas é exatamente isso que não podemos esquecer. É um lembrete doloroso, mas necessário, que só seremos rápidos e consistentes se construirmos uma base mais forte.”
Os comentários de Mekies sugerem que, embora a equipa tenha feito alguns progressos, existe o reconhecimento de que o atual nível de desempenho não é suficiente para a equipa poder lutar consistentemente por posições mais elevadas, mas também acredita que haverá “oportunidade de lutar na segunda parte do ano.”
Foto: Philippe Nanchino/ MPSA











