A Red Bull voltou a ‘reservar’ as duas primeiras posições da classificação no Grande Prémio do Japão, conquistando a vitória por Max Verstappen e o segundo lugar por Sergio Pérez. No entanto, o chefe de equipa Christian Horner e o consultor Helmut Marko estão a preparar-se para um desafio mais difícil na China, acreditando que a Ferrari, que foi a segunda força dentro do pelotão em Suzuka, se possa aproximar em Xangai.
O próximo Grande Prémio da China marca o regresso da Fórmula 1 ao Circuito Internacional de Xangai desde o início da pandemia de COVID-19. Da última vez na China, foi a Mercedes que dominou os acontecimentos, agora tudo mudou.
A Red Bull tem sido a equipa mais forte depois da introdução dos carros de efeito de solo, mas as equipas vão entrar em território desconhecido em termos de desempenho e de pista, que como referimos antes, é considerada como um novo circuito, com muitas dúvidas sobre o que pode acontecer em Xangai.
Esta incerteza pode representar uma oportunidade para os adversários da Red Bull, assim acreditam os responsáveis da estrutura de Milton Keynes.
“A Ferrari foi definitivamente competitiva neste circuito”, disse Horner depois da prova no Japão. “Esperamos que sejam provavelmente o nosso concorrente mais próximo [na China]. Também há uma corrida sprint – a primeira corrida sprint do ano – por isso é outro desafio. Há muitos pontos disponíveis, por isso vai ser interessante ver como corre”.
O desgaste dos pneus é algo que as equipas vão ter em atenção na prova chinesa, depois das experiências passadas demonstrarem um asfalto muito abrasivo para as borrachas da Pirelli. E apesar de existirem alterações no piso do traçado, este pode ser um desafio para qualquer equipa. “Espero que não tenhamos surpresas como em Melbourne”, disse Helmut Marko à Sky. “Lá o asfalto era muito agressivo. Estávamos completamente errados quanto ao desgaste dos pneus, que é precisamente um dos nossos pontos fortes”, concluiu.
Foto: Peter Fox/Getty Images/Red Bull Content Pool










