O piloto francês explicou que pensou que “talvez houvesse alguma coisa que pudéssemos fazer” para poder ter uma hipótese de passar ao Q3, mas admite que ter alcançado o Q2 foi já uma surpresa. “Olhando para antes da sessão, entrar no Q2 parecia impossível, por isso estamos felizes por conseguir maximizar o potencial do carro, mais uma vez”, disse Ocon. “Penso que estamos a fazer um bom trabalho neste momento com a equipa, mas é uma pequena satisfação, chamemos-lhe assim”.
O piloto da Alpine sublinha ser importante que a equipa consiga encontrar melhorias e fazer progressos no desempenho do A524 “para conseguir um ponto” na corrida de amanhã. Ainda assim, reforça que foi “uma boa volta no Q1, infelizmente, não o suficiente no Q2”, para alcançar os dez primeiros lugares da grelha de partida.
O facto da equipa conseguir dar pequenos passos em frente, progredindo sempre um pouco em cada sessão, “é motivador”, diz Esteban Ocon. “Mantém toda a gente motivada e é importante estarmos sempre a trabalhar com o que temos em mãos. Porque não sabemos quando surge uma oportunidade e também porque todas as pequenas coisas que descobrimos podem dar-nos soluções para o futuro”, concluiu.












