O Presidente da Fédération Internationale de l’Automobile (FIA) deu a entender que não tenciona iniciar um inquérito próprio sobre o caso que envolver Christian Horner. A decisão baseia-se na ausência de uma queixa formal apresentada diretamente à FIA.
Recordamos que Horner foi ilibado de qualquer acusação no inquérito interno da Red Bull, mas antes do primeiro Grande Prémio do ano, terão sido enviadas para jornalistas e até para a FIA, alegadas provas do comportamento de Horner. Mesmo assim, na qualidade de organismo responsável pela supervisão da Fórmula 1, e apesar de alguns responsáveis das equipas adversárias o pedirem, a FIA não irá abrir uma investigação neste momento.
O chefe de equipa da Red Bull reuniu-se com Mohammed Ben Sulayem e com o diretor executivo da F1, Stefano Domenicali, na sexta-feira, no Barém, para discutir o assunto. Depois disso, Ben Sulayem, confirmou, em declarações ao The Financial Times, que a sua organização não vai “precipitar-se”, ao mesmo tempo que prometeu “analisar qualquer queixa” que chegue à FIA.
No entanto, Ben Sulayem realçou que esta situação “está a prejudicar o desporto. Isto é prejudicial a nível humano. Estamos no início da época. A F1 está a tornar-se muito popular. Só precisamos de aproveitar o início da época. Olhar para a competição. Porque é que a ofuscamos com coisas negativas?”
Lembramos que já no Barém, Zak Brown disse acreditar que a FIA deveria pedir à Red Bull todos os detalhes do inquérito, para haver a “certeza de que as coisas foram totalmente transparentes, que chegaram à mesma conclusão que foi dada pela Red Bull e que concordam com o resultado. Até lá, vai continuar a haver especulação porque há muitas perguntas sem resposta sobre todo o processo”, concluiu.
Foto: Philippe NANCHINO/MPSA











