Helmut Marko minimiza a aparente enorme vantagem da Red Bull no ritmo inicial, após os testes do Bahrein. Sabendo que era quase certo que a maioria das equipas iriam seguir o seu conceito a Red Bull arriscou ao tentar ir ainda mais longe na evolução do seu carro e não evoluiu o que já tinha e que já era muito bom mas sim trabalhou para ir mais além e as primeiras impressões confirmam isso mesmo. Ficou claro que o novo e radical carro da Red Bull surpreendeu todos os outros rivais da Fórmula 1 no primeiro dia de testes da pré-temporada, mas Helmut Marko minimiza o ritmo da Red Bull nos primeiros testes, insistindo que a diferença para o resto do pelotão não é tão grande como parece: “Fomos os únicos a entrar em pista com pneus médios frescos nas horas frescas da noite”, disse à Auto Motor und Sport. Isso explica o grande salto que demos durante a tarde”, que admite estar na casa dos 0.3s a diferença para as restantes melhores equipas.
Marko admite que uma mudança radical é sempre um risco, mas a confiança da equipa é tanta que apesar dos problemas com Christian Horner os sorrisos de orelha a orelha são a bitola nas boxes da Red Bull.
FOTO MPSA/Phillippe Nanchino












O mais impressionante é que ficou a ideia que nem forçaram muito, não usaram o motor na configuração máxima e no primeiro GP apresentarão uma versão bem mais capaz do que aquela que fizeram os testes. Após estes GP’s de temperaturas altas ainda outra versão surgirá que essa sim deverá ser ainda mais à frente dos rivais. Isto é que assusta. Como foram eles capazes de ir tão mais à frente que os outros. Gostava mesmo de saber o que pensa Mike Elliot atualmente disto tudo. Não deveria estar tão errado como fizeram crer. A diferença foi que nunca conseguiu… Ler mais »
Não usaram o motor na configuração máxima, assim como a Ferrari, que diz que rodou 30% abaixo do seu potencial e, provavelmente, o mesmo aconteceu a outras equipas. Há já alguns anos que eu não acredito a 100% nos tempos dos testes, desde que o Raikkonen liderou todos os testes e, depois, a época foi um desastre.
Só olhou para a parte do motor no meu comentário. Isso teria lógica na anterior geração de carros (em que o motor era praticamente tudo), não para esta que tirando as zonas das retas (onde cada vez, dado a porcaria de circuitos que se tem escolhido, sobretudo citadinos) já não tem tanta influência. O design do carro e a forma como todos os componentes estão combinados têm muito mais influência que o motor, ao contrario do período 2014-2021.
A prova do algodão só será feita no fim do 1º treino de qualificação…
Exato.
A tradição mantém-se, o novo carro da Red Bull continua a ser a inspiração para o que os “outros” farão no ano que vem. Até se deram ao luxo de homenagear o Mercedes de à dois anos. Para a concorrência não desanimar… mantiveram o Perez!