
O CPR vai para o seu sétimo ano após ter dado um ‘pulo’ de competitividade desde que vieram para a competição a Hyundai e Armindo Araújo e que se seguiram e juntaram vários regressos importantes, como foi o caso de Bruno Magalhães, Bernardo Sousa, num contexto em que foi pena que Ricardo Moura tivesse reduzido imenso as suas participações.
Desde aí o CPR cresceu imenso em termos de interesse, e para isso muito contribuiu a competição na estrada que se foi tornando cada vez mais ‘acirrada’. É verdade que os pilotos que triunfaram nas provas nunca passaram de um conjunto de nomes que não mudaram muito ao longo destes anos, mas a verdade é que os campeonatos foram todos muito competitivos. Por isso é interessante olhar para os números, desde 2018 a 2023, quanto ao número de triunfos em cada ano, e como isso se reflete no total de vitórias.
Só pelo número de vitórias em cada ano se percebe a competitividade, há anos em que percebemos logo quem foi o campeão, 2018, por exemplo, mas já em 2023, os números são enganadores. Entre 2019 e 2022 houve sempre um enorme equilíbrio, que justifica muito do interesse que a competição ganhou. E este ano espera-se mais do mesmo…








