Sem ter sido confirmado na altura da realização das 6 Horas de Portimão, já haviam surgido rumores sobre a possibilidade do Autódromo Internacional do Algarve ficar de fora do calendário de 2024 do Campeonato do Mundo de Resistência da FIA (WEC), o que se confirmou em junho. Esta foi também a última corrida de António Félix da Costa na classe LMP2, uma vez que em Spa-Francorchamps teve à disposição o Porsche 963 para competir na classe Hypercar, enquanto Miguel Ramos e Guilherme Oliveira dividiram com Matteo Cairoli o Porsche 911 RSR – 19 #56 da PROJECT 1 – AO, em mais uma estreia do jovem piloto, desta vez no mundial da FIA.
Foi uma vitória confortável da Toyota na classe Hypercar nas 6 Horas de Portimão com o GR010 Hybrid #8 da Toyota Gazoo Racing de Sébastien Buemi, Brendon Hartley e Ryo Hirakawa sobre o Ferrari 499P #50 da Ferrari AF Corse de Antonio Fuoco, Miguel Molina e Nicklas Nielsen e o Porsche 963 #6 da Porsche Penske Motorsport de Kévn Estre, André Lotterer e Laurens Vanthoor.
Em relação aos pilotos portugueses, António Félix da Costa alcançou o quinto lugar numa corrida em que a HERTZ TEAM JOTA apostou muito numa estratégia a contar com um Safety Car, tendo o piloto luso ficado a apenas 31,807s do vencedor da prova nesta classe. Miguel Ramos, Guilherme Oliveira e o piloto de fábrica da Porsche Matteo Cairoli, acabaram por pagar alguns excessos do piloto italiano na reta final da prova. Foi uma prova muito sólida dos pilotos portugueses que entregaram o carro a Cairoli no quinto posto e com possibilidade de alcançar um pódio nos LMGTE-Am, mas o piloto da Porsche excedeu os limites de pista e foi penalizado. Terminaram no sexto posto da classe, comprovando que sem a penalização na última hora de corrida, outro resultado seria possível.
Foto José Bispo/JBphotopress












