A FIA respondeu à entrevista de Jean Todt em que o ex-presidente apontou o dedo ao atual responsável máximo da Federação, Mohammed Ben Sulayem.
Numa entrevista recente ao jornal L’Equipe, Todt falou pela primeira vez do que tem sido feito na FIA e do desempenho do seu sucessor, apontando o dedo o que tem sido feito. Ben Sulayem afirmou no início do seu mandato que a situação financeira da FIA era complicada, o que foi negado por Todt:
De acordo com as contas auditadas da FIA, o prejuízo operacional ascendeu a 12,8 milhões de euros em 2019, 22,1 milhões de euros em 2020 e 24 milhões de euros em 2021. Depois de Ben Sulayem ter assumido o controlo, a FIA terá reduzido o seu prejuízo operacional para 7,7 milhões de euros em 2022, estando previsto um prejuízo de 3 milhões de euros este ano. Espera-se que o défice possa ser ainda mais reduzido em 2024, antes de se atingir um resultado operacional equilibrado em 2025.
“Tal como o presidente da FIA sublinhou durante a semana da assembleia-geral anual em Baku, a FIA foi transparente ao revelar que, pouco depois de a nova equipa presidencial ter tomado posse, o estado financeiro que se descobriu era insatisfatório e insustentável”, disse um porta-voz da FIAm, citado pelo motorsport.com. “A federação estava a sofrer perdas significativas. A missão da liderança sénior é sustentar a FIA e, embora não tenhamos fins lucrativos, precisamos de ter, pelo menos, contas equilibradas e, idealmente, criar um excedente para reforçar o capital próprio para eventos imprevistos e investir em investigação e desenvolvimento nas áreas da segurança, tecnologia e regulamentação no desporto e na mobilidade e para cumprir o nosso objetivo principal de apoiar os nossos clubes membros. Iremos divulgar os números relativos a 2021-22 nas próximas semanas e os números relativos a 2023 em meados de junho de 2024 para a assembleia-geral extraordinária.”












