Está tudo a postos para o arranque do que verdadeiramente interessa, os troços, com a realização às 16h35 da primeira especial do Rali Vidreiro, Alcobaça. Kris Meeke surpreendeu com a sua escolha para posição na estrada, acreditando que não chove durante a tarde.
O piloto mais rápido na qualificação escolheu a 12ª posição na estrada, surpreendo porque se prevê que chova para o final da tarde. Para já não está a chover na zona de Alcobaça e resta saber se o S.Pedro ‘decide’ “descarregar as águas” mais cedo. A acontecer, resta saber se a chuva cai antes, durante ou depois do troço e isso faz toda a diferença, especialmente, se suceder como em Chaves no Rali da Água em que a chuva foi bem mais forte para uns do que para outros e as previsões fintaram muita gente.
Acreditando que não choverá, Meeke admitiu ao AutoSport que sentiu, durante a manhã, que o asfalto seco fica com muita borracha e aumenta a aderência, assim o britânico quer tirar partido dessa características dos troços e por isso escolheu a 12ª posição, atrás de todos os concorrentes Rally 2.
Com uma opinião contrária de Meeke, José Pedro Fontes escolheu ser o primeiro a sair para a estrada, podendo a chuva complicar a vida aos pilotos durante a tarde. A seguir ao piloto português arrancará Alejandro Cachón, Armindo Araújo, Pedro Almeida, Ricardo Teodósio, Miguel Correia, Paulo Meireles, Pedro Meireles, Luís Miguel Rego, Lucas Simões, Paulo Neto e só depois Kris Meeke.
Entre as duas rodas motrizes, Gonçalo Henriques parte na frente, sendo seguido por Ricardo Sousa, Rafael Cardeira, Hugo Lopes, Anton Korzun, Ernesto Cunha, Pedro Silva, Kevin Saraiva e Daniel Nunes.
Para lá do campeonato absoluto, também a luta nas duas rodas motrizes está ao rubro, com quatro pilotos na luta pelo título, curiosamente, o mesmo número que na competição principal.
Gonçalo Henriques (Renault Clio Rally4) foi o mais rápido, na frente de Ricardo Sousa (Peugeot 208 Rally4), mas Hugo Lopes (Peugeot 208 Rally4) lidera o campeonato, e Ernesto Cunha (Peugeot 208 Rally4) ainda pode chegar também ao título. Os quatro pilotos estão separados por sete pontos ‘reais’ porque Hugo Lopes tem que atirar (em princípio) 10 pontos ‘fora’.









