A eliminação na Q1 de Lance Stroll deixou o canadiano para lá de furioso. Depois de regressar à sua boxe é acompanhado por um elemento da equipa, ao que parece o seu personal trainer, e no final das imagens parece empurrá-lo. O 17º tempo da sessão deixou-o extremamente frustrado e na entrevista que deu às câmaras da FOM, os seus comentários após a sessão forma quase inenarráveis:
P: Lance, vimos a sua frustração nos ecrãs de televisão, é óbvio que isto significa muito para si – quais são as suas emoções neste momento?
Lance Stroll: Sim, é uma merda.
P: OK… desculpem a linguagem. O que é que não está a funcionar para si ao volante neste momento?
Stroll: Não sei.
P: E como é que isto muda a sua mentalidade para o fim de semana – agora é uma sessão de testes, vai tentar a vitória ao sprint?
Stroll: Continuo a conduzir…
Virou costas e foi-se embora…
Esta dececionante eliminação é só mais uma extensão de uma má série de resultados recentes que remonta às quatro últimas corridas.
Como é óbvio, é perfeitamente natural estar muito chateado, mas a forma como se viu estar a lidar com a situação é que parece muito nos ‘limites’ da sua própria paciência.
Stroll não passa da Q1 desde Zandvoort, não vai à Q3 desde Spa. Em Monza qualificou-se em último, aqui devido a não ter feito os treinos de sexta-feira. Em Singapura teve um acidente grave no final da Q1, falhou a corrida.
Em Suzuka, falhou a Q2 por por pouco, no Qatar, qualificou-se apenas em 17º lugar, com mais de 1,1 segundos que Fernando Alonso.
Ficar zangado após mais um mau dia é normal para qualquer piloto, mas descarregar a frustração num elemento da equipa é ultrapassar uma linha vermelha…









