A Alpine declarou um lucro de mais 30 milhões de Euros durante o exercício de 2022 antes de pagar impostos, tendo conseguido manter os gastos controlados, enquanto os valores do patrocinador principal e o prémio pelo quarto posto no mundial de Fórmula 1, foram importantes para o aumento das receitas.
Foram 30.262.849,81 Euros de lucros antes dos impostos, um valor que em grande parte se deveu aos 287.489.857,97 Euros de receita apresentados no exercício de 2022, mais 54.895.257,82 Euros do que em 2021.
A Renault teve menos impacto nas contas da equipa de Fórmula 1, uma vez que o valor das suas contribuições caiu em mais de 21 milhões de Euros, significando que houve outros investimentos na Alpine. No entanto, através de uma subsidiária, a marca francesa adquiriu a parte das ações que ainda estavam nas mãos da Genii, depois da compra da então Lotus, para depois anunciarem a venda de 24% da Alpine Racing Ltd – 200 milhões de euros – à Otro Capital e do seu parceiro, a RedBird Capital Partners, juntamente com a Maximum Effort Investments (liderada pelo ator Ryan Reynolds).
Os gastos da equipa foram superiores em 2022 do que em 2021, mas cresceram a um ritmo mais baixo do que as receitas, resultando no tal lucro de mais de 30 milhões de Euros antes do pagamento de impostos. Ao contrário do que aconteceu com a Aston Martin, as contas da Alpine comprovam que a Fórmula 1 vive um momento muito bom a nível financeiro. O resultado negativo da equipa britânica foi fortemente marcado pelo investimento significativo no campus em Silverstone.
Foto: Martin TRENKLER











