A questão do aumento do número de corridas continua a ser frequentemente falada. O aumento da popularidade da F1 levou a um aumento de interessados em receber o Grande Circo que este ano teve 23 datas agendadas (passando a 22 com o cancelamento da prova em Imola). Mas Charles Leclerc não quer mais corridas.
Para o piloto monegasco, 24 é o limite para um calendário, pois mais que isso leva a um desgaste tremendo por parte de todo o staff, além de retirar algum do brilho da competição:
“Não mais”, respondeu Leclerc quando questionado pela autosport.com sobre o que pensa de um calendário de 24 corridas. “Uma parte de mim compreende. Não é fácil se nos colocarmos no lugar da Fórmula 1, temos um desporto que está a crescer, e é ótimo ter isso. Temos muita sorte em ter isso. Ao mesmo tempo, sinto que a certa altura se torna demasiado complicado. Não para nós, pilotos, porque temos uma vida muito boa. E acho que os pilotos que se queixam provavelmente não se apercebem que os mecânicos, os engenheiros, os tipos da logística estão aqui três dias antes de nós e partem dois dias depois. Penso que, para eles, começa a ser um bocado complicado. Estou feliz sempre que estou no carro, mas acho que um grande prémio ainda precisa de ser uma coisa única. E sinto que se tivermos sempre um grande prémio todos os fins-de-semana, provavelmente perderemos um pouco daquela sensação especial que temos sempre que chegamos a uma corrida.”












1000% de acordo com Leclerc.
Leclerc : ” Estamos a tentar alcançar a RB, mas têm uma margem muito ampla e será muito difícil alcançá-los antes da mudança do regulamentos “. ( 2026)
Nem é preciso comentar, é algo que já dizíamos todos os que estão atentos há meses.
Obrigado, Binotto.
Para mim, 18 corridas ao ano, sem esses “circuitos de rua” tipo Las Vegas, Miami, Gidá, Azerbaijão.
Formula 1 não é NASCAR nem Indy