A questão do aumento do número de corridas continua a ser frequentemente falada. O aumento da popularidade da F1 levou a um aumento de interessados em receber o Grande Circo que este ano teve 23 datas agendadas (passando a 22 com o cancelamento da prova em Imola). Mas Charles Leclerc não quer mais corridas.
Para o piloto monegasco, 24 é o limite para um calendário, pois mais que isso leva a um desgaste tremendo por parte de todo o staff, além de retirar algum do brilho da competição:
“Não mais”, respondeu Leclerc quando questionado pela autosport.com sobre o que pensa de um calendário de 24 corridas. “Uma parte de mim compreende. Não é fácil se nos colocarmos no lugar da Fórmula 1, temos um desporto que está a crescer, e é ótimo ter isso. Temos muita sorte em ter isso. Ao mesmo tempo, sinto que a certa altura se torna demasiado complicado. Não para nós, pilotos, porque temos uma vida muito boa. E acho que os pilotos que se queixam provavelmente não se apercebem que os mecânicos, os engenheiros, os tipos da logística estão aqui três dias antes de nós e partem dois dias depois. Penso que, para eles, começa a ser um bocado complicado. Estou feliz sempre que estou no carro, mas acho que um grande prémio ainda precisa de ser uma coisa única. E sinto que se tivermos sempre um grande prémio todos os fins-de-semana, provavelmente perderemos um pouco daquela sensação especial que temos sempre que chegamos a uma corrida.”











