George Russell tem estado uns furos abaixo do que já mostrou na F1. Na sua segunda época na Mercedes, Russell tem estado claramente atrás do seu colega de equipa, Lewis Hamilton, quando no ano passado as contas foram bem mais equilibradas (e favoráveis a Russell).
Toto Wolff considera que se trata de um problema de confiança. O jovem piloto britânico não encontrou a mesma confiança neste carro e isso tem se revelado em pista:
“Estes carros estão no fio da navalha. Podemos errar rapidamente e perder a confiança. Por outro lado, se encontrares o ponto ideal… dito isto, o carro não tem ponto ideal! Mas estando mais nessa zona de compreensão do que ele [o carro] vai fazer a seguir, acho que há uma grande diferença. Podemos estar rapidamente em qualquer uma destas situações e, obviamente, isso vai contra nós ou a nosso favor.”
Assim, é uma questão de confiança a que afeta Russell. O carro é difícil, tal como era no ano passado, mas se em 2022 Russell conseguiu “entender” melhor a máquina, este ano os papeis inverteram-se e é Hamilton a conseguir extrair o melhor do carro.












Era preciso que eu acreditasse nisso…a equipa é do Hamilton e trabalha para ele…
E no ano passado trabalhavam para, quem ?
É como na RB! A equipa e do #1 e outro é o aguadeiro.
Sem dúvida que o Hamilton manda naquilo tudo. Quando ele sair, a AMG Mercedes vai abaixo, isto porque o Russell apesar de tudo não tem talento comparável, além de ser algo arrogante (influência do meio onde está).
O Hamilton o ano passado não correu por resultados, correu para evoluir o carro, foi a razão do baixo rendimento. Para o Hamilton, 7 vezes campeão do mundo ter um carro que lute por um terceiro lugar ou por um sexto é exatamente igual! Ele quer um carro para vencer e não para lutar por podium.