A Fórmula 1 está de regresso este fim de semana para mais um Grande Prémio da Hungria, já com as equipas a pensarem na pausa de verão, que tem início após o final do GP da Bélgica da semana seguinte.
O Hungaroring é um circuito histórico, já que foi o primeiro GP corrido atrás da velha ‘Cortina de Ferro’, em 1986. Já é um circuito antigo para os parâmetros atuais, mas tem charme.
Muito lento, é quase impossível ultrapassar no miolo, curiosamente costuma resultar em corridas bem intensas, já que os pilotos normalmente arriscam.
É o circuito permanente mais lento do ano e não facilita nada os pneus.
Estão habitualmente temperaturas mais elevadas, o que significa que o equilíbrio entre as exigências de velocidade e durabilidade dos pneus são a chave para obter o máximo dos compostos.
As ultrapassagens são tradicionalmente difíceis nesta pista, pelo que é através das estratégias que os pilotos tentam, muitas vezes, ganhar posições em pista.
Depois da primeira vitória de Esteban Ocon na Fórmula (em 2021), foi Max Verstappen que triunfou, depois de ter arrancado do décimo posto da grelha de partida.
O GP da Hungria vai ter uma novidade em relação às outras corridas com um novo formato de qualificação a ser testado. Se a sessão for realizada com pista seca, apenas serão usados os pneus com o composto duro na Q1, os médios na Q2, e os macios para a discussão entre os 10 primeiros da grelha. Este sistema voltará a ser usado na qualificação do Grande Prémio de Itália em Monza.
1º GP 1986
Voltas 70
Circuito 4.381 km
Corrida 306.63 km
Recorde 1m16.627s (Lewis Hamilton, 2020)
Horário
Sexta-Feira, 21 Julho
Treino livre 1 12h30 – 13h30
Treino livre 2 16:00 – 17:00
Sábado, 22 Julho
Treino livre 3 11h30 – 12h30
Qualificação 15:00 – 16:00
Domingo, 23 Julho
Corrida 14:00
Foto: Martin Trenkler










