Os pilotos da Ferrari arrancaram da quinta e sexta fila da grelha de partida e tentaram recuperar terreno nas voltas iniciais, sendo a ultrapassagem de Carlos Sainz importante naquilo que seria o desenrolar da corrida da equipa italiana. O maior salto na classificação deu-se quando o espanhol e Charles Leclerc não pararam, como aconteceu com o piloto da Red Bull, no período de Safety Car. Foi uma jogada estratégica dos italianos, que por vezes não são muito felizes nesse capítulo, que resultou, porque na hora de pararem, novamente como aconteceu com Pérez, tinham uma vantagem em pista suficiente para não perderem posições.
Leclerc não está contente, parece óbvio, mas nesta corrida deverá ter poucas ou nenhuma crítica a fazer às decisões vindas do pitwall da Ferrari. Carlos Sainz ainda tentou influenciar os responsáveis, dizendo que sentia que podia imprimir outro ritmo se estivesse na liderança da dupla, mas a estratégia não foi alterada e foi indicado que não haveria ataques entre os dois. Numa altura de crise de resultados, a Ferrari decidiu alterar comportamentos e procedimentos.
Será suficiente para acompanhar Mercedes e Alpine? Parece que os pilotos tiraram tudo o que podiam do carro e se em termos de tática tudo funcionou como devia, talvez o SF-23 não consiga ter o mesmo desempenho dos adversários e tenha mais dificuldades em certas pistas.. a tal consistência que Frédéric Vasseur tanto fala.









