A Mercedes teve um bom desempenho no Grande Prémio de Espanha, tendo sido premiada com um duplo pódio. Nem Lewis Hamilton ou George Russell foram capazes de acompanhar Max Verstappen, que venceu de forma esclarecedora, mas os pilotos da equipa de Brackley estiveram melhores do que Aston Martin e Ferrari.
Salientando que “o resultado em Espanha foi uma recompensa bem merecida pelos esforços de todos em Brackley e Brixworth”, Toto Wolff é mais cauteloso na abordagem da próxima prova da temporada da Fórmula 1. “Ficamos satisfeitos com o seu desempenho e este constituirá uma nova base de referência”, disse o responsável da Mercedes na antevisão da corrida no Canadá. “Mas também temos de gerir as nossas expectativas. Era um circuito que se adequava ao nosso carro e devemos esperar que os nossos adversários diretos sejam mais fortes nas próximas corridas. […] Agora em Montreal, com as suas longas retas e curvas de baixa velocidade, não é uma pista que esperemos que se adapte tão bem ao nosso carro como Barcelona. Independentemente do ritmo real do carro este fim de semana, vamos tentar maximizar o nosso resultado. As caraterísticas do circuito também nos darão mais uma oportunidade de aprender mais sobre o W14 e vai ajudar-nos a desenvolver o nosso projeto”.
Wolff revelou que “após o Grande Prémio de Espanha, Mick [Schumacher] teve a sua primeira oportunidade de conduzir o W14. Adaptou-se bem durante o teste dos pneus Pirelli e gostou da experiência. O Mick já se tornou um membro valioso da equipa e o seu trabalho no simulador tem-se revelado útil para melhorar os tempos por volta, como vimos em Barcelona”. Ainda assim, “a diferença para a Red Bull é grande e será necessário muito trabalho árduo para a reduzir”, disse Wolff.
Foto: Jiri Krenek










