Fernando Alonso terá falhado um bom resultado na sessão de qualificação devido aos danos extensos que sofreu no fundo do AMR23 numa saída de pista, mas os dois pilotos da Aston Martin tiveram hoje uma corrida complicada em Barcelona. Terminaram juntos em pista com a promessa do piloto espanhol não atacar Lance Stroll, mas não foram capazes de sequer acompanhar os Mercedes. Estiveram longe de ser o segundo melhor carro em pista como tinham demonstrado noutras provas da temporada.
Alonso teve um bom primeiro turno, chegando a rodar no quarto posto, mas depois da primeira paragem o piloto espanhol andou longe dos lugares da frente e só restou depois terminar no sétimo posto, atrás do seu companheiro de equipa, com uma diferença grande para quem seguia à frente dos dois pilotos.
Será fundamental a Aston Martin poder responder ao desenvolvimento e à aparente melhoria do W14, mas a terá, ou poderá, a equipa de Silverstone fazê-lo? Há um limite orçamental a cumprir…











Não está «fora do ritmo». Este é o ritmo da Aston Martin. Só foi a segunda melhor equipa enquanto a Mercedes e a Ferrari – que cresceu neste GP de Espanha, apesar de os resultados não terem sido convincentes – não apresentaram as evoluções dos respectivos carros. Agora a Aston Martin caiu para o seu lugar natural – que, apesar dos bons esforços do Alonso, é o quarto, atrás da Red Bull, Mercedes e Ferrari. (Mas pode sempre subir para terceiro, porque, enfim, a Ferrari é a Ferrari…)