Christian Horner deixou de ser piloto aos 25 anos e explicou o motivo pelo qual deixou a competição. E o motivo pelo qual deixou as corridas foi simples: a sua perceção do risco mudou.
Para ser piloto de competição é preciso ter talento, mas acima de tudo, capacidade mental para gerir a pressão e os riscos. Mas Horner terá chegado a um ponto que não conseguiu gerir mais os riscos:
Em declarações ao Financial Times, disse: “Parei porque cheguei à Fórmula 2, mas reconheci que à medida que os carros se tornam mais potentes, apercebemo-nos do risco que está envolvido. Conseguir desligar a cabeça do coração é por vezes bastante difícil e eu não estava preparado para correr os riscos. Houve uma auto-preservação que entrou em jogo e disse ‘isto é estúpido’, por isso soube que era altura de parar.”
Mas nem por isso a sua carreira no desporto motorizado pode ser considerada um fracasso tornando-se num dos melhores e mais prestigiados chefes de equipa da F1.











O meu mentor de competição sempre me lembrava o seguinte: “Quando a coragem se sobrepõe ao saber, o acidente acontece.”
Tinha sido mais honesto ter aceite que à medida que a potência aumentava, o seu saber não era suficiente, em vez de estar com retóricas de cabeça vs coração… ou então, todos os que se mantêm são estúpidos, pelas suas palavras.
A entrevista de onde ele fala disto (vi-a num video em que estava a ser entrevistado para uma radio penso) e portanto a sua resposta é totalmente diferente do sentido do artigo e portanto do enviesamento do sentido da noticia. O Horner só está a falar dele próprio e da sua incapacidade de ser um piloto a 100% c/ ” full commitment”. O exemplo que ele dá, por coincidência, foi no Autódromo do Estori, é ao ver passar o JP Montoya e de perceber que aquele tipo de performance / entrega não estava ao seu nivel. Entrevista bastante esclarecedora e… Ler mais »
https://www.youtube.com/watch?v=S4ltwvTW_RA
Sendo assim ,retiro o que disse…