James Vowles deixou o lugar de estrategista na Mercedes para abraçar um novo desafio como chefe de equipa da Williams, depois de Jost Capito ter deixado esta posição. Em curva descendente desde 2011, com exceção de 4 temporadas (entre 2014 e 2017), a Williams não tem conseguido sair das posições do fundo da classificação, perdendo muitos funcionários, dinheiro e capacidade de resposta.
Em entrevista ao Auto Motor und Sport, Vowles negou que vai contratar pessoas à sua antiga equipa para tentar levar a Williams a lutar por outros objetivos, afirmando que conhece pessoas “muito inteligentes de outras organizações com as quais estou em contacto”. Uma, possivelmente, para ocupar o lugar de diretor técnico ainda vago depois da saída de François-Xavier Demaison. Explicando ainda que o que necessário nas equipas de Fórmula 1 atualmente é eficiência, dado número de funcionários e a capacidade de produzir e tendo em conta o limite orçamental, James Vowles considera importante mudar a “cultura” dentro da sua equipa.
“Há a cultura dentro da Mercedes que o que se fez ontem ou hoje já não será suficientemente bom amanhã. Temos de nos adaptar constantemente à mudança e evoluir e fazê-lo com métodos transparentes. Gostaria de trazer esta cultura para a Williams”, disse o responsável da equipa de Grove, acrescentando que, “esta equipa tem estado em modo de sobrevivência há anos. Não se preocupavam com o que iria acontecer dentro de 12, 18 ou 24 meses. Pensavam no que tinham de fazer amanhã para passar o dia. A equipa estava neste momento – não só por culpa própria, mas também devido à falta de investimento e outras coisas”.
Em vez de pensar no presente, Vowles quer a Williams concentrada em melhorar “em 12 ou 24 meses. Ou seja, já não se preocupar com a sobrevivência, mas sim com a evolução”.
A equipa pontuou apenas por uma vez nas três primeiras corridas desta temporada, mas parece ter mais argumentos para o fazer com mais frequência.











