A Hyundai emanou ontem um comunicado em que explicava as circunstâncias do acidente que levou à morte de Craig Breen, referindo que estrada estava escorregadia e o carro saiu de estrada a uma velocidade relativamente baixa, e entrou em contacto com uma cerca de madeira sendo que um dos ‘barrotes’ de madeira dessa vedação penetrou no cockpit através da janela lateral esquerda, do lado do piloto atingindo-o na zona do rosto, matando-o instantaneamente. A equipa médica rapidamente chegou ao local e assistiu o piloto, mas já nada havia a fazer: “Tanto quanto podemos dizer, a morte de Craig foi instantânea”, revelou o chefe de equipa da Hyundai.
De acordo com declarações de Jari-Matti Latvala à imprensa do seu País, foi a (muito) má sorte e não a velocidade que matou o piloto: “A mensagem mais importante é que o que aconteceu no acidente não afecta em nada a segurança do carro. 33 km/h era a velocidade naquele momento”, disse Latvala ao jornal finlandês Yle. “Queria deixar muito claro, e sublinhar isto aos pilotos, que o Craig Breen teve muita má sorte, e que não se deve pensar muito sobre isso [o acidente] pois é assim na vida, qualquer um de nós pode escorregar no gelo, bater com a cabeça e tudo acaba aí”, disse.











